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- Cholo .

2008.02.20
Bruno .

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Hoje apetece-me ser objetiva quanto ao que pretendo transmitir. Repousem os devaneios para que eu venha aqui espairecer os sentidos.

E, então, instintiva e subconscientemente, retorno ao uso de palavras tímidas, frases exageradas e idéias subentendidas. Com tudo isso, impossibilito-me de ser objetiva e utilizo o meu tão-tradicional liquidificador de palavras para lançar frases melancólicas.

Sinto-me fresca. De irritação.
É tão mesquinho escrever com astúcia. Tomam-me por incompreendida ou mesmo deprimida, quando, na verdade, só me sinto divertida.

Sim, divirto-me em escrever todas essas melequices, dramas, caos. Zombar dos semantismos agrada-me, e desprezar morfologismos também.



E quanto à foto, nada se identifica com o que escrevi acima.
É que eu simplesmente me apaixonei. Não pelo garoto, mas pelo que ela traduz. Ou pelo que eu traduzi.

Na primeira vez, tentei encontrar algum defeito: nenhum.
Agora, tentei descrever o que me faz sentir: não dá.

Zeente, essa foto está absurda de perfeita.


Créditos ao Bruno (isso porque eu nem pedi autorização para postar a foto aqui).


Perdão.
;D

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