Às vezes, sinto falta do que eu era. E do que eu sou também, porque a cada dia eu mais me perco neste silêncio que me tornei.
Há tantas coisas que eu não sei, e há tantas coisas que eu queria não saber. E para quê tantas dúvidas, se a única certeza que eu tenho é que nada é para sempre?
O tempo passa, e o tempo é agora.
O tempo, inconstância tão certa de si e tão distante de mim - ele existe?
Ora, deixemos o tempo acontecer da maneira que lhe convém.