Quem diria, anos de tentativas frustráveis rumo ao amor eterno, que eu aprenderia alguma coisa?
Pois eu afirmo que aprendi. Espremi entre as pontas dos dedos a amargura do meu pensamento e deixei-me sobrar à delícia da espera. E quem sou eu na precipitancia? Ora, aguardo eu o tempo de Deus, que mil anos são um dia e um dia são mil anos.
É como me debater sobre a minha primeira falha. Terá sido quando fechei os olhos, ou somente quando me neguei? Clamar-me pela inocência, jamais.
A certeza é de já não entender, a este ponto, qual o meu objetivo meio a tantas palavras. Deixo-me, então, de grande perifraseio e rogo-lhes, ora, que se abstenham do mundo. Garanto-lhes que a abstinência não mais lhes incomodará se buscarem a plenitude naquilo que lhes fortalece.
Digo-vos, pois, que me diverte escrever subentenções claramente entendíveis.