Hoje apetece-me ser objetiva quanto ao que pretendo transmitir. Repousem os devaneios para que eu venha aqui espairecer os sentidos.
E, então, instintiva e subconscientemente, retorno ao uso de palavras tímidas, frases exageradas e idéias subentendidas. Com tudo isso, impossibilito-me de ser objetiva e utilizo o meu tão-tradicional liquidificador de palavras para lançar frases melancólicas.
Sinto-me fresca. De irritação.
É tão mesquinho escrever com astúcia. Tomam-me por incompreendida ou mesmo deprimida, quando, na verdade, só me sinto divertida.
Sim, divirto-me em escrever todas essas melequices, dramas, caos. Zombar dos semantismos agrada-me, e desprezar morfologismos também.
E quanto à foto, nada se identifica com o que escrevi acima.
É que eu simplesmente me apaixonei. Não pelo garoto, mas pelo que ela traduz. Ou pelo que eu traduzi.
Na primeira vez, tentei encontrar algum defeito: nenhum.
Agora, tentei descrever o que me faz sentir: não dá.
Zeente, essa foto está absurda de perfeita.
Créditos ao Bruno (isso porque eu nem pedi autorização para postar a foto aqui).