Lá se vai minha Arqueologia, bem como a minha capacidade de traçar metas.
Resumo-me, então, ao Comércio Exterior.
Não o subestimo, pois; só não é o meu sonho. Agora.
E eu não quero viver os meus sonhos se não forem os Seus sonhos.
Então dedico-me, assim, à busca.
E tenho vivido o sobrenatural. Vejo manifestações na minha vida que não posso ignorar. E me têm feito tão bem.
Ora, portanto, está frio. O sol egoísta ignora-me a esta hora, e os pelos eriçam-me. E é tão engraçado vê-los arrepiarem-se por si sós.
Ajudem-me, quero conversar com alguém inteligente.
Quero aprender, aprender.
E a minha vontade de casar, que não se foi?
Permaneço na expectativa. Já me pesam os 19 anos, e nem namorado tenho.
Mas há alguém para mim, disso eu não duvido. E será um Guilherme Cronembergue.
Despeço-me das invisibilidades leitoras com sonhos e suspiros, enquanto retorno ao trabalho que procrastino.
Se bem que não me apetece ir agora.
Quero tardar-me ao sabor do que me sai espontaneamente.
Uma vez aprendi que todas as palavras terminadas em -mente (advérbios de modo) jamais têm acento.
Gostaria que todos soubessem disso.